segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Compartilhando e divulgando




Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola

Postado por: Francisleide Rodrigues dos Santos

É um programa de ensino de valores como respeito, não violência, ética, responsabilidade, honestidade, solidariedade, etc. Criado e mantido por um grupo informal de educadores (Fortaleza-CE) e disponibilizado gratuitamente, neste site ( www.cincominutos.org), às escolas e demais interessados.





O projeto conta com aulas de apenas cinco minutos, a serem ministradas diariamente, de preferência no início de cada turno escolar, não interferindo assim, com o andamento normal da sua programação.


O projeto apresenta material e metodologia diferenciada para sua utilização pela rede de ensino fundamental e médio.



Por se tratar de um Projeto Social, sem fins lucrativos, o conteúdo, metodologia e material das aulas pode ser "baixado" por todos os interessados, a partir do site.




Confira!




quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

GUIA DA EDUCAÇÃO

Postado por: Francisleide Rodrigues dos Santos



Superinteressante essas cartilhas disponíveis no site http://www.educarparacrescer.com.br/. Esta é excelente para trabalhar com os jovens. Com linguagem voltada para os estudantes do Ensino Médio, mostra os principais problemas que os afastam da escola.













NOVO GUIA DA EDUCAÇÃO EM FAMÍLIA


Você se envolve na Educação do seu filho? Essa cartilha apresenta orientações para os pais ajudarem seus filhos a se dar bem na escola.














GUIA DA EDUCAÇÃO EM FAMILIA PARA ESCOLAS PÚBLICAS


Material para trabalhar com os pais: dicas de como participar da vida escolar dos filhos, testes para avaliar o grau desse envolvimento, ideias de como melhorar o colégio das crianças e muito mais.







































Todo esse material está disponível para visualização e download no link:
















sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O Orientador Educacional e as Novas Linguagens

Ensinar os jovens a fazer o uso adequado das ferramentas digitais os torna competentes na comunicação coletiva

Catarina Iavelberg


"Quanto maior a diversidade de ferramentas dominadas
pelo aluno, maior será seu território de ação."
www.ne.org.br/gestao



O conhecimento de novas tecnologias ainda encontra resistências na escola. Enquanto alguns educadores temem que o uso da internet, de softwares educativos e de plataformas de ensino a distância prejudique o processo de aprendizagem, outros negam a existência desses recursos didáticos por desconhecer suas potencialidades.
As tecnologias contemporâneas permitem a construção de leituras inovadoras do mundo e ampliam as possibilidades de articulação, construção e circulação da informação. Aprendemos com o filósofo austríaco Ludwig Wittgenstein (1889-1951) que os limites da nossa linguagem denotam os limites do nosso mundo. Quanto maior a diversidade de ferramentas dominadas pelo aluno, maior será seu território de ação.
Hoje, presenciamos a articulação de movimentos sociais e da sociedade civil por meio de sites, redes sociais, blogs etc. Não é possível ignorar a quantidade e a qualidade de informações que circulam nos espaços virtuais. É fascinante a variedade de textos, imagens e vídeos existentes na web. Ensinar a criança e o adolescente a se apropriar dessas novas linguagens é a única maneira de torná-los competentes para a comunicação coletiva. Toda escola deveria assumir o compromisso ético de proporcionar aos alunos o uso adequado dessas ferramentas, dando, assim, subsídios para que sejam capazes de filtrar as informações disponíveis, produzir conteúdos e conseguir articulá-los de forma reflexiva.
O orientador educacional e os demais gestores podem contribuir ao auxiliar as equipes a investigar a internet não apenas como uma ferramenta para o conhecimento, mas como uma aprendizagem em si mesma. A linguagem da rede mundial tem uma estrutura própria, com signos e significados que precisam ser compreendidos. É comum as pessoas - inclusive os alunos - identificarem o espaço virtual como sendo de caráter privado e divulgarem informações particulares sobre si ou outros colegas. Ocorre, porém, que isso não é verdade e os problemas de convivência ficam superdimensionados - o cyberbullying é apenas um exemplo dessa prática inapropriada.
Realizar uma pesquisa sobre o uso da internet pelos estudantes pode fornecer pistas interessantes. Investigar, por exemplo, qual o tempo destinado às tecnologias, quais os sites e as redes sociais mais frequentados, a natureza dos jogos preferidos etc. Esse levantamento ajudará a mapear a intensidade e a qualidade da utilização dos recursos tecnológicos pelos alunos, fornecendo parâmetros úteis para a análise pela equipe docente.
Nesse ponto, as escolas deveriam estabelecer uma meta: buscar compreender, nas reuniões pedagógicas ou em outros espaços formativos, as estratégias didáticas para a aprendizagem das linguagens oriundas das novas tecnologias.

Para não cair em armadilhas, o importante é preservar, nos processos de ensino e aprendizagem, o sentido do conhecimento - ou seja, as preocupações e as indagações do aluno, da cultura e da sociedade. A escola que se empenha em inquietar o jovem, confrontando-o com questionamentos e conteúdos que o ajudam a entender o mundo em que vive, não deve temer a tecnologia, mas problematizá-la.

Mais sobre tecnologia

Reportagens



Entrevistas

Léa Fagundes fala sobre a inclusão digital
Maria Elizabeth de Almeida fala sobre tecnologia na sala de aula

Plano de aula
Os donos da telinha


Catarina Iavelberg
É assessora psicoeducacional especializada em Psicologia da Educação.
Fonte: www.ne.org.br/gestao

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

RECEITA DE ANO NOVO

Poema interessante de Carlos Drummond de Andrade, para fazermos nossa reflexão para 2011:

Receita de Ano Novo


Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)



Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.



Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.



Carlos Drummond de Andrade

sábado, 1 de janeiro de 2011

Ano Novo: Novas Esperanças

Cortar o Tempo

Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no
limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e
entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra
vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente"

Carlos Drummond Andrade
Desejo a todos um 2011 cheio de esperanças e de grandes realizações.
Um grande abraço!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

AGRADECIMENTOS


" Uma ponte por onde transitassem os sonhos (...), o movimento incessante de seus desejos, o ir e vir de suas dúvidas, o vaivém do aprendizado em constante algaravia. "

João Anzanello Carrascoza


A tarefa do Orientador Educacional comprometido com a mudança é imensa e seu aprendizado deve ser constante. Sua função consiste na educação permanente dos educandos e educadores, além de atuar como mediador entre a família e a escola. Dessa forma, não pode jamais se manter fora do processo de constante crescimento.

E com o intuito de contribuir com a construção coletiva do conhecimento em seus mais diversos âmbitos, foi criado no dia 08 de fevereiro de 2010, como um espaço de diálogo, troca e partilha de conhecimentos, o blog de Orientação Educacional da Diretoria Regional de Ensino de Colinas. Através do mesmo foi possível criar uma rede de comunicação, interação, estudo, divulgação e socialização de experiências em Orientação Educacional, proporcionando de forma ágil e democrática a participação e interação de todos e a formação permanente, continuada e em serviço do Orientador Educacional. Formação esta, necessária e prevista na Instrução Normativa Nº006, de 17 de janeiro de 2005, que a aborda da seguinte forma:


Art. 5º Compete, ainda, ao Orientador Educacional as seguintes atribuições:

(...)

VIII – realizar estudos e pesquisas na área da Orientação Educacional.


Dessa forma, o uso do blog tornou possível assessorar o trabalho dos orientadores Educacionais das Unidades Escolares através da publicação quinzenal de material pertinente à função do Orientador Educacional na escola, além de proporcionar a realização de intercâmbio entre os Orientadores Educacionais para socialização das atividades realizadas.

Só uma Orientação atuante e contextualizada poderá contribuir para a criação de uma escola em que se pensa, em que se atua, em que se tenha consciência de que pode transformar a sociedade e que todos os envolvidos no processo educativo sejam protagonistas na construção do conhecimento e de uma sociedade mais justa, mais humana e mais solidária.

Portanto, agradeço a todos que junto conosco têm contribuído para a construção de uma Orientação Educacional mais atuante e contextualizada e tem tornado este espaço, através de suas experiências, seus textos, seus comentários e acessos, um verdadeiro ambiente de confiança, de respeito às diferenças, de partilha, de diálogo, de solidariedade, de crescimento e de parceria. Que possamos em 2011 dar continuidade a essa amizade, que para mim tem sido motivo de grande alegria e aprendizado.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Socialização de material trabalhado no Encontro de Orientadores Educacionais

Vários leitores do blog me solicitaram o material utilizado no último Encontro de Formação Continuada com Orientadores Educacionais. Dessa forma, estou socializando parte do material para quem se interessar fazer o download.




segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Encontro de Orientadores Educacionais

Aconteceu, hoje, dia 06 de dezembro de 2010, o último Encontro de Formação Continuada do ano de 2010 com os Orientadores Educacionais da Diretoria Regional de Colinas.

O Serviço de Orientação Educacional da Diretoria Regional de Ensino teve como objetivo neste ano de 2010, assessorar a reimplantação da Orientação Educacional, oferecendo às Unidades Escolares um serviço de acompanhamento, dando-lhes suporte para a realização de um trabalho, que através do Orientador Educacional, presta assistência aos alunos, ao professor, aos pais, às demais pessoas da escola com as quais os educandos mantêm contatos significativos, no sentido de que estes se tornem mais preparados para entender e atender às necessidades dos educandos, tanto com relação aos aspectos cognitivos, sociais e psicomotores, como aos afetivos.

Nessa perspectiva, no decorrer do ano trabalhamos vários temas pertinentes à atuação do Orientador Educacional e neste último encontro procuramos concluir os estudos referentes aos temas que nos dedicamos com mais afinco durante o ano, por terem sido os mais solicitados pelos Orientadores, de acordo com suas necessidades.

Dessa forma, com o intuito de promover a visualização de novas possibilidades de mudança e de atuação, durante a Formação abordamos temas como “ ( In ) Disciplina e mediação de conflitos na escola”, com dinâmicas, contexto histórico mundial e brasileiro, relatos de experiências, vídeos, projetos e orientações sobre como trabalhar a mediação de conflitos na escola.

Outro tema abordado foi a “Oficina: Construção coletiva do projeto disciplinar da instituição”, com a proposta de uma construção coletiva de projetos na escola, apresentando um instrumental metodológico para a construção do projeto disciplinar da escola, na linha do planejamento participativo, baseada no livro Indisciplina e disciplina escolar: Fundamentos para o trabalho docente, de Celso dos Santos Vasconcelos.

Com o intuito, ainda, de subsidiar os Orientadores Educacionais no registro e divulgação das ações desenvolvidas no ano de 2010, foi realizada uma Oficina de Movie Maker em parceria com a Técnica do NTE, Aldean Abreu, onde cada Orientador aprendeu a importar imagem, importar áudio ou música, criar título ou crédito, realizar transições de vídeo e montaram seu primeiro vídeo utilizando fotos de ações realizadas na escola.

Como proposta de interação e socialização das ações desenvolvidas pelo SOE na Unidade Escolar, cada Orientador Educacional teve 10 minutos para apresentar uma ação de sucesso desenvolvida pelo SOE na escola através de slide, abordando a dinâmica do trabalho, dificuldades encontradas, formas de superação das dificuldades e resultados alcançados.

Para finalizar o encontro cada Orientador Educacional foi presenteado com um CD, com capa personalizada, contendo todo o material trabalhado durante o ano de 2010: textos, vídeos, slides, projetos, palestras, oficinas, fichas e formulários para registro do SOE, mensagens, coletâneas, artigos, sugestões de sites, contos, formações, dinâmicas, coletânea de todo o material publicado no blog desde a sua criação, divulgação de ações e socialização de experiências tanto da regional como de outros estados.

sábado, 4 de dezembro de 2010

04 de dezembro: nosso dia

04 de dezembro é o dia do Orientador Educacional.


A vocês, Orientadores Educacionais da DRE de Colinas, e a todos os demais Orientadores, companheiros na busca por dias melhores e por uma educação de qualidade,



Meus agradecimentos e PARABÉNS!!!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Moinho de Sonhos

Sempre acreditei e acredito que o desenvolvimento de projetos, objetivos e a construção de sonhos em comum fazem com que se promova um ambiente de convivência onde o enfrentamento dos desafios que se apresentam aconteça de forma agradável, motivadora e produtiva. E isso acontece em qualquer âmbito de nossas vidas, seja pessoal ou profissional, promovendo o crescimento de todos os envolvidos.

Não pude, então, deixar de me emocionar com esse conto de João Anzanello Carrascoza, que retrata de forma singela essa realidade.

Moinho de Sonhos
Autor:João Anzanello Carrascoza
Ilustração: Martha Werneck.

A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as oliveiras vicejavam.

Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia. A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino que, no meio do caminho, achou um velho cabo de vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de Rocinante.

Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de outra colhedeira - um garoto que se exibia com um escudo e uma espada de pau.

Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela. Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.

De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a conversar, embora um e outro continuassem na sua. Logo esse já sabia o nome daquele: o menino recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.

Começaram a se misturar:

- Deixa eu brincar com seu cavalo?, pediu Sancho.
- Só se você me emprestar sua espada, respondeu Alonso.

Iam se entendendo, apesar de assustados com a felicidade da nova companhia. Avançaram na entrega:

- Tá vendo aquele moinho gigante?, apontou Alonso. Meu pai sozinho é que faz ele girar.
- Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.
- Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move o moinho com um sopro. Sancho achou graça.
Também tinha uma proeza a contar:

- Tá vendo o castelo ali?, apontou. Meu pai disse que o dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela toda.
- E se a gente esticasse o céu como uma lona e cobrisse o que está faltando?, propôs Alonso.
- Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.
- Temos de crescer primeiro.
- Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num jeito de subir até o céu! - disse Alonso.
- Vamos!, concordou Sancho.

Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.
Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.


João Anzanello Carrascoza
Autor deste conto, é publicitário, professor da Universidade de São Paulo (USP) e autor de livros infantis, entre eles, Aprendiz de Inventor (Ed. Ática).
Fonte: Revista NOVA ESCOLA, Edição 225/setembro de 2009.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O Caminho do Crescimento Pessoal





















Tive o prazer de participar, hoje, como palestrante, da formatura do Curso Aluno Monitor, que ocorreu às 14:30hs, na Diretoria Regional de Ensino de Colinas, com alunos das Escolas Estaduais desta Regional.


Na palestra, com o tema “O Caminho do Crescimento Pessoal”, abordei aspectos relevantes para o desenvolvimento humano desses jovens, promovendo uma reflexão sobre projeto de vida, o caminho a ser percorrido e as competências necessárias para, com esforço, dedicação e perseverança, alcançar a plenitude humana.

domingo, 31 de outubro de 2010

Subsídios para o SOE

Com o intuito de subsidiar a atuação do Orientador Educacional, no desenvolvimento de um trabalho ativo, dinâmico e interdisciplinar, voltado para as necessidades atuais, elaboramos uma Coletânea de Dinâmicas de Grupo e Textos Reflexivos para uso na escola.

Entendemos que é imprescindível o trabalho com dinâmica de grupo e textos para reflexão, pois permite que as pessoas envolvidas passem por um processo de ensino-aprendizagem onde o trabalho coletivo é colocado como um caminho para se interferir na realidade, modificando-a. Isso porque a experiência do trabalho com dinâmica promove o encontro de pessoas onde o saber é construído junto, em grupo.

Essa coletânea está organizada da seguinte forma:

● 16 dinâmicas de apresentação;
● 48 dinâmicas de integração e conhecimento;
● 18 textos para reflexão;
● 41 mensagens em slide;

Elaboramos, também, dois projetos. Um deles sobre Bullying na escola, com o objetivo de propiciar situações de construção e valorização de valores positivos dentro da escola.

O outro projeto, sobre Motivação e Liderança, com o intuito de enriquecer o trabalho desenvolvido com representantes de turma e o Grêmio Estudantil.

Espero que esse material possa enriquecer o trabalho do Orientador Educacional na Unidade Escolar, contribuindo a partir das dinâmicas, textos e projetos apresentados, de tal forma, que possa ajudar a superar bloqueios, barreiras, medos e provocar abertura, diálogo, sinceridade, confiança, colaboração e compromisso, levando o grupo a um maior trabalho em equipe, ao crescimento do grupo e à transformação das relações ao participarem ativamente do processo de aprendizagem.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Conselho Nacional de Justiça lança cartilha sobre bullying nesta quarta (20/10/2010)


Material tira dúvidas e ajuda identificar o problema.
Publicação será distribuída nas escolas públicas e particulares do país.


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou, nesta quarta-feira (20), uma cartilha para ajudar pais e educadores a prevenir o problema do bullying nas suas comunidades e escolas. O material foi apresentado no seminário do Projeto Justiça na Escola, que aconteceu na Escola de Magistratura Federal (ESMAF), às 9h, em Brasília.


De autoria da psiquiatra, Ana Beatriz Barbosa Silva, que também escreveu o livro “Bullying: Mentes Perigosas nas Escolas", a cartilha traz perguntas e respostas que ajudam a identificar e tratar o problema. O material será distribuído nas escolas das redes de ensino público e privada do país, além de conselhos tutelares e varas da infância e juventude.

A cartilha é direcionada a professores e funcionários das escolas, além dos pais. A cartilha ensina a identificar no estudante sinais de violência física ou psicológica. Ela mostra também como o agressor escolhe a vítima.

A cartilha fala também sobre o bullying virtual, que muitas vezes é anônimo e sem chance de defesa para a vítima.


Fonte:
A cartilha pode ser baixada no site do CNJ, o http://www.cnj.jus.br/images/Justica_nas_escolas/cartilha_web.pdf

sábado, 16 de outubro de 2010

Apenas uma ponte

Maravilhoso este conto de João Anzanello Carrascoza, escrito a pedido de NOVA ESCOLA, em que um educador vislumbra os sucessos e fracassos colecionados ao longo de seu trabalho durante um ano letivo.

Li e lembrei-me da Professora Maria Benitez, que ainda no mês de agosto deste ano (no Encontro de Orientadores Educacionais e Coordenadores Regionais de Gestão Pedagógica), nos falou tão bem sobre a nossa missão de ser ponte.
Leia e aprecie também...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Caminhos de uma Educação para a Paz

Professores resolvem conflitos no DF na base da conversa


Pesquisa encomendada pela Secretaria de Educação do Distrito Federal mostra que 69,7% dos alunos da rede pública afirmam já ter visto algum tipo de agressão física no colégio.

Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=SNp6s4uS9eo


Confira como Escolas de Periferia do DF conseguiram conter a violência através de um curso de mediação de conflitos, onde quem atua como mediadores são os próprios alunos e professores. Clique aqui

Fonte: Fantástico, Rede Globo, 19/09/2010

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Formação Continuada de Orientadores Educacionais


Dando continuidade à nossa Formação Continuada, que acontece não só presencial mas também à distância, estou postando textos para estudo sobre o tema Indisciplina e disciplina escolar.


Na avaliação da Formação Continuada com Orientadores Educacionais ocorrida em 11 e 12 de março de 2010, no espaço destinado a sugestões de temas a serem abordados nos próximos encontros, 60% dos Orientadores solicitaram indisciplina escolar.


Dessa forma, iniciamos o trabalho com esse tema no dia 17 de agosto, abordando diferentes aspectos sobre a indisciplina na escola. E por ser um tema que não se esgota após 04 horas de estudos, reflexões e discussões, daremos continuidade ao estudo sobre o tema. Mensalmente serão postados textos que ofereçam subsídios formativos e após a leitura haverá uma interação, onde cada Orientador Educacional irá postar em seu blog um texto produzido a partir do estudo, contribuindo com seus saberes, seus valores e suas experiências, nessa complexa tarefa de melhorar a qualidade da educação em nossas escolas.

Portanto, prosseguiremos esse estudo a partir dos textos "A questão do méthodos de abordagem da (in) disciplina escolar" e "(In) disciplina em sala de aula e na escola: o que se passa?", de Celso Vasconcelos, retirado do livro Indisciplina e disciplina escolar-fundamentos para o trabalho docente.

Agosto: Mês de muitas realizações

Iniciamos o segundo semestre motivados, promovendo e participando de momentos importantes para o nosso trabalho na Orientação Educacional. Dessa forma, agosto foi bastante recheado de acontecimentos, porém irei mencionar somente alguns:

03 a 05 de agosto: Participação da Formação para Orientadores Educacionais das Diretorias Regionais de Ensino, em Palmas-SEDUC.

13 e 14 de agosto: Formação Continuada com Coordenadores Pedagógicos/DRE-Colinas



17 e 18 de agosto: Formação Continuada com Orientadores Educacionais/DRE-Colinas










24 de agosto: Apresentação do trabalho de apoio à criança e ao adolescente desenvolvido pela Orientação Educacional na Diretoria Regional de Ensino, para representantes do Prêmio ITAÚ-UNICEF

27 de agosto: Participação no Conselho Municipal Antidrogas, onde ocorreu discussão e aprovação da Minuta de recomendação Nº001/2010, a qual foi encaminhada ao Ministério Público solicitando uma Clínica de Desintoxicação, a regionalização do CAPS-AD, ou pelo menos, convênio com a clínica particular de desintoxicação existente no estado(Fazenda da Esperança).

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Formação de atitudes

Formação moral e ética dos alunos-cidadãos

Ajude os alunos a se tornar cidadãos propondo ações de caráter reflexivo e não moralizador (Catarina Iavelberg -gestao@atleitor.com.br)

"O trabalho educacional que mobiliza conteúdos atitudinais precisa estar nas ações cotidianas."


Um dos desafios contemporâneos da escola é contribuir para a formação moral e ética dos alunos-cidadãos. É fundamental que, nos espaços educativos, seja construída e problematizada a participação do indivíduo na vida pública - o que demanda a consciência de realidades, conflitos e interesses individuais e sociais, o conhecimento de mecanismos de controle e defesa de direitos e a noção dos limites e das possibilidades de ações individuais e coletivas.

Como ninguém nasce cidadão, a ideia de participação social precisa ser permanentemente construída. Há vários caminhos para ensinar normas, valores e atitudes passíveis de (re)organizar as relações para uma convivência justa. O trabalho educacional que mobiliza conteúdos atitudinais precisa estar nas ações cotidianas e fazer parte dos objetivos de aprendizagem. Diversas atividades pedagógicas levam a reflexões e ao entendimento crítico dos eventos que ocupam e preocupam a vida de todos nós:

- Leitura de textos literários A estratégia favorece a discussão de temas transversais (trabalho, consumo, orientação sexual, meio ambiente, relações de gênero etc.) e aposta na identificação dos alunos com os personagens das narrativas para ampliar a capacidade de reflexão.

- Apresentação e análise de dilemas morais Por meio da exposição de situações-problema, as crianças e os jovens são convidados a refletir sobre a complexidade das relações e dos afetos e a elaborar estratégias de ação.

- Participação de estudantes na gestão da vida coletiva A proposta estimula o senso de responsabilidade, a autonomia e a organização dos coletivos ao colocar os alunos como membros de conselhos de classe, assembleias, grêmios ou outras instâncias representativas.

- Leitura crítica de textos que tratam de direitos fundamentais O objetivo não é explicar documentos como a Declaração dos Direitos Humanos ou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), mas promover a apropriação dos princípios e valores presentes neles para analisar como podem ser utilizados para denunciar situações e exigir modificações na sociedade.

- Atuação em trabalhos voluntários A ação em projetos sociais ou socio-ambientais leva ao desenvolvimento da capacidade de cooperação e de argumentação com base na realidade.

Percorrendo diferentes caminhos, essas estratégias incentivam a reflexão sobre novas possibilidades de relações humanas - que estão ligadas à compreensão de como o poder é exercido e como se delineiam as responsabilidades inerentes às interações sociais.

Nesse contexto, cabe ao orientador educacional assegurar que essas ações tenham sempre um caráter formativo, nunca moralizador. O ideal é trabalhar junto com a equipe de professores na introdução curricular de práticas que ampliem as possibilidades de reflexão e ação dos alunos dentro e fora do contexto escolar. Porém o mais importante é assegurar o princípio ético que rege essas práticas, garantindo que a escola, enquanto instituição socializadora, forme cidadãos comprometidos com a elucidação dos problemas do mundo e com soluções que busquem uma vida boa, digna e justa para todos.


Mais sobre Gestão da Aprendizagem
Vídeos :



Artigo:
• Telma Vinha, professora da Unicamp, escreve sobre a autoridade autoritária

Catarina Iavelberg
É assessora psicoeducacional especializada em Psicologia da Educação.

Edição 008 Nova Escola Junho/Julho 2010