sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Caminhos de uma Educação para a Paz

Professores resolvem conflitos no DF na base da conversa


Pesquisa encomendada pela Secretaria de Educação do Distrito Federal mostra que 69,7% dos alunos da rede pública afirmam já ter visto algum tipo de agressão física no colégio.

Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=SNp6s4uS9eo


Confira como Escolas de Periferia do DF conseguiram conter a violência através de um curso de mediação de conflitos, onde quem atua como mediadores são os próprios alunos e professores. Clique aqui

Fonte: Fantástico, Rede Globo, 19/09/2010

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Formação Continuada de Orientadores Educacionais


Dando continuidade à nossa Formação Continuada, que acontece não só presencial mas também à distância, estou postando textos para estudo sobre o tema Indisciplina e disciplina escolar.


Na avaliação da Formação Continuada com Orientadores Educacionais ocorrida em 11 e 12 de março de 2010, no espaço destinado a sugestões de temas a serem abordados nos próximos encontros, 60% dos Orientadores solicitaram indisciplina escolar.


Dessa forma, iniciamos o trabalho com esse tema no dia 17 de agosto, abordando diferentes aspectos sobre a indisciplina na escola. E por ser um tema que não se esgota após 04 horas de estudos, reflexões e discussões, daremos continuidade ao estudo sobre o tema. Mensalmente serão postados textos que ofereçam subsídios formativos e após a leitura haverá uma interação, onde cada Orientador Educacional irá postar em seu blog um texto produzido a partir do estudo, contribuindo com seus saberes, seus valores e suas experiências, nessa complexa tarefa de melhorar a qualidade da educação em nossas escolas.

Portanto, prosseguiremos esse estudo a partir dos textos "A questão do méthodos de abordagem da (in) disciplina escolar" e "(In) disciplina em sala de aula e na escola: o que se passa?", de Celso Vasconcelos, retirado do livro Indisciplina e disciplina escolar-fundamentos para o trabalho docente.

Agosto: Mês de muitas realizações

Iniciamos o segundo semestre motivados, promovendo e participando de momentos importantes para o nosso trabalho na Orientação Educacional. Dessa forma, agosto foi bastante recheado de acontecimentos, porém irei mencionar somente alguns:

03 a 05 de agosto: Participação da Formação para Orientadores Educacionais das Diretorias Regionais de Ensino, em Palmas-SEDUC.

13 e 14 de agosto: Formação Continuada com Coordenadores Pedagógicos/DRE-Colinas



17 e 18 de agosto: Formação Continuada com Orientadores Educacionais/DRE-Colinas










24 de agosto: Apresentação do trabalho de apoio à criança e ao adolescente desenvolvido pela Orientação Educacional na Diretoria Regional de Ensino, para representantes do Prêmio ITAÚ-UNICEF

27 de agosto: Participação no Conselho Municipal Antidrogas, onde ocorreu discussão e aprovação da Minuta de recomendação Nº001/2010, a qual foi encaminhada ao Ministério Público solicitando uma Clínica de Desintoxicação, a regionalização do CAPS-AD, ou pelo menos, convênio com a clínica particular de desintoxicação existente no estado(Fazenda da Esperança).

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Formação de atitudes

Formação moral e ética dos alunos-cidadãos

Ajude os alunos a se tornar cidadãos propondo ações de caráter reflexivo e não moralizador (Catarina Iavelberg -gestao@atleitor.com.br)

"O trabalho educacional que mobiliza conteúdos atitudinais precisa estar nas ações cotidianas."


Um dos desafios contemporâneos da escola é contribuir para a formação moral e ética dos alunos-cidadãos. É fundamental que, nos espaços educativos, seja construída e problematizada a participação do indivíduo na vida pública - o que demanda a consciência de realidades, conflitos e interesses individuais e sociais, o conhecimento de mecanismos de controle e defesa de direitos e a noção dos limites e das possibilidades de ações individuais e coletivas.

Como ninguém nasce cidadão, a ideia de participação social precisa ser permanentemente construída. Há vários caminhos para ensinar normas, valores e atitudes passíveis de (re)organizar as relações para uma convivência justa. O trabalho educacional que mobiliza conteúdos atitudinais precisa estar nas ações cotidianas e fazer parte dos objetivos de aprendizagem. Diversas atividades pedagógicas levam a reflexões e ao entendimento crítico dos eventos que ocupam e preocupam a vida de todos nós:

- Leitura de textos literários A estratégia favorece a discussão de temas transversais (trabalho, consumo, orientação sexual, meio ambiente, relações de gênero etc.) e aposta na identificação dos alunos com os personagens das narrativas para ampliar a capacidade de reflexão.

- Apresentação e análise de dilemas morais Por meio da exposição de situações-problema, as crianças e os jovens são convidados a refletir sobre a complexidade das relações e dos afetos e a elaborar estratégias de ação.

- Participação de estudantes na gestão da vida coletiva A proposta estimula o senso de responsabilidade, a autonomia e a organização dos coletivos ao colocar os alunos como membros de conselhos de classe, assembleias, grêmios ou outras instâncias representativas.

- Leitura crítica de textos que tratam de direitos fundamentais O objetivo não é explicar documentos como a Declaração dos Direitos Humanos ou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), mas promover a apropriação dos princípios e valores presentes neles para analisar como podem ser utilizados para denunciar situações e exigir modificações na sociedade.

- Atuação em trabalhos voluntários A ação em projetos sociais ou socio-ambientais leva ao desenvolvimento da capacidade de cooperação e de argumentação com base na realidade.

Percorrendo diferentes caminhos, essas estratégias incentivam a reflexão sobre novas possibilidades de relações humanas - que estão ligadas à compreensão de como o poder é exercido e como se delineiam as responsabilidades inerentes às interações sociais.

Nesse contexto, cabe ao orientador educacional assegurar que essas ações tenham sempre um caráter formativo, nunca moralizador. O ideal é trabalhar junto com a equipe de professores na introdução curricular de práticas que ampliem as possibilidades de reflexão e ação dos alunos dentro e fora do contexto escolar. Porém o mais importante é assegurar o princípio ético que rege essas práticas, garantindo que a escola, enquanto instituição socializadora, forme cidadãos comprometidos com a elucidação dos problemas do mundo e com soluções que busquem uma vida boa, digna e justa para todos.


Mais sobre Gestão da Aprendizagem
Vídeos :



Artigo:
• Telma Vinha, professora da Unicamp, escreve sobre a autoridade autoritária

Catarina Iavelberg
É assessora psicoeducacional especializada em Psicologia da Educação.

Edição 008 Nova Escola Junho/Julho 2010

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Para ler nas Férias!

Estou lendo e recomendo!
Neste livro, Gabriel Chalita chama a atenção de pais, professores e educadores para as consequências do bullying, um problema crescente no mundo inteiro, oriundo da falta de amizade entre as pessoas, em especial entre as crianças em fase escolar. Aborda, ainda, histórias reais de sofrimento e de felicidade, exemplos de fracasso, mas também de sucesso. São histórias de dor e de superação usadas para ajudar a compreender a beleza da amizade como antídoto para o veneno social do bullying.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Vale a pena ler!

Recomendo a leitura desses textos do Professor José Manuel Moran, especialista em mudanças na educação presencial e à distância, Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo.

Aqui você encontra interessantes reflexões e textos sobre a educação inovadora e os conflitos que enfretamos no cotidiano educacional. Clique e Confira:

A escola que desejamos e seus desafios

A afetividade e a autoestima na relação pedagógica

A importância dos gestores inovadores

Educação pessoal libertadora

A atitude de querer mudar

Caminhos para a nossa realização

Para quem quer ler mais: www.eca.usp.br/prof/moran/educacao.htm